O Banco do Brasil, instituição central na arquitetura financeira brasileira, ajustou na noite de 8 de setembro o valor dos juros sobre capital próprio a ser distribuído aos seus acionistas, corrigindo o montante por ação de acordo com a variação da taxa Selic desde o anúncio original em agosto. Esse gesto, técnico em sua forma mas significativo em seu simbolismo, revela como a remuneração do capital no Brasil está intimamente entrelaçada com os movimentos da política monetária. No dia 11 de setembro, os acionistas elegíveis receberiam duas distribuições simultâneas — um momento raro em que a p