Na Arena Fonte Nova, dois destinos opostos se cruzam numa segunda-feira de setembro: o Bahia, invicto há dez rodadas e à beira do sonho continental, recebe o Remo, lanterna em crise mas único adversário capaz de derrubar o Esquadrão três vezes nesta temporada. O futebol, com sua ironia habitual, coloca o algoz no caminho exato onde a ascensão se decide. O que parece desequilíbrio na tabela pode esconder uma armadilha perfeitamente calibrada pela história recente.