Em Samokov, o Benfica viu a sua caminhada na Liga dos Campeões de basquetebol terminar nos quartos de final, derrotado pelo Vechta alemão num jogo que espelhou uma verdade recorrente no desporto: controlar não é o mesmo que vencer. A equipa encarnada dominou durante mais de três quartos de hora, mas seis perdas de bola consecutivas revelaram a fragilidade de um coletivo ainda em construção, incapaz de sustentar a concentração nos instantes que mais pesam. O treinador Ainars Bagatskis reconheceu que a maturidade não se decreta — conquista-se com trabalho, consistência e a inteligência que só os