Na tarde de uma sexta-feira comum, uma pequena aeronave transformou uma pista de Sorocaba em palco de uma das situações mais temidas na aviação: o pouso sem trem de pouso. O Cessna C210, vindo do interior paulista, pousou de barriga, interrompendo por duas horas um aeroporto que movimenta cerca de 20 mil operações por ano. Piloto e passageiro saíram ilesos — um desfecho que lembra que os protocolos de emergência existem precisamente para os momentos em que a máquina falha, mas o preparo humano não pode falhar junto.