Em um país onde quase 171 mil pessoas dependem de diálise para continuar vivendo, a medicina e a sociedade são convocadas a repensar o que significa existir com uma doença crônica. A doença renal crônica, que afeta um décimo da humanidade, carrega o peso de um prognóstico severo — mas também abre espaço para uma narrativa diferente: a de que tratamento e vida plena não são opostos. No Brasil e no mundo, novos recursos terapêuticos e uma mudança de olhar sobre o paciente estão redefinindo os limites do possível.
Avanços no tratamento renal permitem vida com autonomia além da diálise
Doença renal crônica afeta 850 milhões de pessoas no mundo e será a quinta principal causa de morte até 2040, impactando significativamente a qualidade de vida dos pacientes.