Avaí demite técnico Allan Aal após derrota de 3 a 0 para Criciúma

Seis jogos sem vencer em zona de rebaixamento
A sequência que levou o Avaí a demitir Allan Aal após a derrota para o Criciúma.
Mark

Por que a derrota para o Criciúma foi o ponto de ruptura? O Avaí já vinha mal há semanas.

Mimi

Sim, mas foi a gota d'água. Seis jogos sem vencer é uma sequência que nenhuma diretoria aguenta, especialmente quando o time está na zona de rebaixamento. A derrota no clássico, em casa do rival, amplificou a crise.

Luke

Espera — o jogo foi em Criciúma, não na Ressacada. Não era em casa do Avaí.

Mimi

Verdade, foi no estádio do Criciúma. Mas o ponto é que foi um clássico, um jogo que importa politicamente. Perder 3 a 0 em um confronto direto é especialmente danoso.

Mark

E o aproveitamento de 35,8% em 13 jogos — isso é realmente tão ruim assim?

Luke

Para a Série B, sim. Você precisa de algo próximo a 50% para não cair. Aal estava muito abaixo disso.

Mimi

E ele chegou em julho para consertar as coisas. Tivemos três meses e nada mudou. A diretoria perdeu a paciência.

Mark

Marquinhos Santos vai conseguir fazer diferença em uma semana?

Luke

Não sabemos. Ele era coordenador técnico, não técnico. Pode ser uma mudança cosmética ou pode ser que ele tenha ideias que Aal não tinha.

Mimi

O que é certo é que o Ceará no sábado é praticamente um jogo de vida ou morte para o Avaí. Não há mais margem para erro.

Mark

E se perderem de novo?

Mimi

Aí a conversa muda de tom completamente. Não será mais sobre técnico, será sobre estrutura.

  • Seis jogos sem vencer e uma goleada no clássico catarinense criaram uma pressão insustentável sobre a comissão técnica do Avaí.
  • A derrota por 3 a 0 no estádio Heriberto Hülse, com gols de Reynaldo (contra), Luciano Castán e Willean Lepo, expôs a fragilidade de um time que desabou na segunda etapa após segurar o empate no primeiro tempo.
  • Com aproveitamento de apenas 35,8% em 13 partidas, Allan Aal não conseguiu tirar o clube da zona de rebaixamento, onde o Avaí permanece na 17ª colocação com 30 pontos.
  • Marquinhos Santos, ex-coordenador técnico, assume interinamente com poucos dias para preparar o time para o confronto decisivo contra o Ceará no sábado, na Ressacada.

No futebol, como na vida, há momentos em que a acumulação silenciosa de tropeços culmina em uma ruptura inevitável. O Avaí, clube histórico de Santa Catarina, encerrou o ciclo do técnico Allan Aal após uma goleada de 3 a 0 sofrida diante do rival Criciúma, resultado que aprofundou a crise e manteve o time na zona de rebaixamento da Série B. Em treze jogos, o treinador não encontrou o caminho — e a diretoria, pressionada pelo tempo e pela tabela, optou pela mudança antes que a queda se tornasse irreversível.

O domingo foi amargo para o Avaí. Horas após ser goleado por 3 a 0 pelo Criciúma no estádio Heriberto Hülse, pela 30ª rodada da Série B, o clube anunciou a demissão do técnico Allan Aal. A derrota no clássico catarinense manteve o time na 17ª colocação com 30 pontos, ainda dentro da zona de rebaixamento.

Aal havia chegado em julho para substituir Cauan de Almeida e tentar reverter a situação do clube. Não conseguiu. Em 13 partidas, somou apenas quatro vitórias, dois empates e sete derrotas — um aproveitamento de 35,8% que nunca foi suficiente para afastar o fantasma do rebaixamento.

O jogo contra o Criciúma resumiu bem a fase do time: o Avaí até segurou o empate sem gols no primeiro tempo, mas desmoronou na segunda etapa. Reynaldo marcou contra, Luciano Castán ampliou e Willean Lepo fechou o placar, transformando o que poderia ter sido um ponto em uma derrota pesada.

Agora, Marquinhos Santos, que atuava como coordenador técnico, assume o comando de forma interina. O tempo é curto: no sábado, o Avaí recebe o Ceará na Ressacada, às 11 da manhã, pela 31ª rodada. Uma vitória é urgente — e o clube sabe disso.

O Avaí anunciou a demissão do técnico Allan Aal no domingo à noite, horas após sofrer uma goleada de 3 a 0 para o Criciúma no estádio Heriberto Hülse, pela 30ª rodada da Série B. A derrota no clássico catarinense deixou o clube na 17ª colocação com 30 pontos, ainda na zona de rebaixamento, e selou o destino do treinador que havia chegado em julho para tentar reverter a situação.

Allan Aal havia sido contratado para substituir Cauan de Almeida e dirigiu o time em 13 partidas. Seu desempenho foi consistentemente fraco: quatro vitórias, dois empates e sete derrotas representam um aproveitamento de apenas 35,8%. A única vitória que não entra nessa contagem — um triunfo de 2 a 1 sobre o Sport — foi conquistada sob o comando do auxiliar Anderson Valiñas, quando Aal não estava no banco.

Mas não foi apenas um jogo ruim que levou à demissão. O clube vinha observando uma sequência preocupante: antes do clássico contra o Criciúma, o Avaí acumulava cinco partidas sem vencer. Com a derrota de domingo, chegou a seis jogos consecutivos sem triunfo. Essa trajetória descendente pesou na decisão da diretoria de fazer a mudança.

O jogo em si mostrou um time que começou bem mas desabou. O Avaí conseguiu manter o empate sem gols até o intervalo, uma pequena vitória moral em um confronto direto. Mas a segunda etapa foi desastrosa. Reynaldo marcou contra, Luciano Castán ampliou e Willean Lepo fechou o placar para o Criciúma, transformando o que poderia ter sido um ponto em uma humilhação.

Para a sequência, Marquinhos Santos, que ocupava o cargo de coordenador técnico, assumirá o comando da equipe de forma interina. Ele terá pouco tempo para preparar o time: o próximo compromisso é no sábado, contra o Ceará, na Ressacada, pela 31ª rodada. O jogo começa às 11 da manhã, e o Avaí segue precisando desesperadamente de uma vitória para sair da zona de rebaixamento.

Avaí vinha de cinco partidas sem vencer e, com o revés diante do Criciúma, chegou a seis jogos consecutivos sem triunfo
— Análise da sequência que levou à demissão
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