No vigésimo quinto aniversário dos ataques que redefiniram a política americana, Donald Trump não compareceu às cerimônias de homenagem em Nova York — a cidade que mais carregou o peso daquele dia. Sua ausência não é apenas um gesto pessoal, mas um sinal de que o 11 de Setembro, outrora o centro gravitacional da identidade nacional, vai cedendo lugar a outras urgências e outras narrativas. As nações, como os indivíduos, não sustentam indefinidamente a mesma dor no centro da consciência; o que muda não é a história, mas o lugar que ela ocupa no presente.
Ausência de Trump em Nova York marca recuo do 11 de Setembro na vida americana
O atentado de 11 de Setembro de 2001 causou morte de milhares de pessoas em Nova York, e as guerras subsequentes resultaram em aproximadamente um milhão de mortes.