Há séculos, a gravidez foi tratada como um estado de repouso obrigatório — mas a ciência contemporânea revela uma verdade mais sutil: o movimento, quando orientado com sabedoria, pode ser um dos maiores presentes que uma gestante oferece a si mesma e ao filho que carrega. No Brasil de 2026, profissionais de saúde e educadores físicos unem esforços para transformar o exercício durante a gestação de tabu em prática recomendada, desde que adaptada à singularidade de cada corpo e de cada fase.