Na noite de segunda-feira, um homem carregando um fuzil de assalto e uma queixa silenciosa contra a NFL entrou em um dos edifícios mais imponentes de Manhattan e abriu fogo — matando quatro pessoas antes de virar a arma contra si mesmo. Shane Tamura, 27 anos, havia cruzado o país de carro durante três dias, guiado por uma convicção sobre lesão cerebral que, segundo um bilhete encontrado em seu bolso, ele atribuía à liga de futebol americano. O acaso cruel de um elevador errado desviou sua trajetória para funcionários que nada tinham a ver com seu alvo — e transformou uma manhã comum de trabalh
Atirador mata 4 pessoas em prédio de luxo em Nova York e se suicida
Pegou o elevador errado e, em vez de chegar à sede da NFL, disparou contra funcionários
Por que ele viajou três dias de carro até Nova York? Isso foi planejado ou impulsivo?
A polícia ainda está tentando entender isso. Ele tinha um bilhete culpando a NFL, então havia alguma obsessão, alguma narrativa que o trouxe até lá. Mas se pegou o elevador errado, talvez não fosse tão meticuloso quanto parecia.
O bilhete é a chave aqui, não é? O que exatamente ele dizia?
Não sabemos o texto completo. O prefeito disse que insinuava uma lesão cerebral — provavelmente ETC — e que ele culpava a NFL. Mas não está claro se ele realmente tinha essa lesão ou se acreditava ter. Às vezes a narrativa que alguém cria em sua própria mente é tudo que importa.
E ele não tinha antecedentes criminais? Como um homem com transtorno mental e uma arma de assalto não aparecia em nenhum radar?
Exatamente. Nenhum histórico criminal significativo. Medicamentos prescritos no carro sugerem que estava em algum tipo de tratamento, mas claramente algo falhou — ou ele parou de tomar, ou ninguém viu o quanto estava piorando.
O policial que morreu — ele estava tentando detê-lo?
As autoridades não deram detalhes sobre como cada pessoa morreu. Mas um policial de 36 anos, imigrante de Bangladesh, trabalhando há três anos e meio. O prefeito o chamou de herói. Você pode imaginar o resto.
E o elevador errado — isso muda algo?
Muda tudo e nada. Se ele tivesse chegado à sede da NFL, talvez tivesse matado pessoas lá. Ou talvez tivesse sido detido antes. O acaso governa essas coisas. Mas também mostra que ele não conhecia o prédio, que talvez fosse menos planejado do que parecia.
El Pulso
- Um homem armado com um fuzil M4 — o mesmo usado pelas Forças Armadas dos EUA — entrou em um arranha-céu na Park Avenue e abriu fogo, matando quatro pessoas, incluindo um policial imigrante de Bangladesh com apenas três anos e meio de serviço.
- O atirador havia dirigido sozinho por três dias de Las Vegas até Nova York, carregando medicamentos prescritos, um revólver reserva e um bilhete que apontava a NFL como responsável por uma lesão cerebral que acreditava ter.
- Um detalhe perturbador muda a lógica do ataque: Tamura pegou o elevador errado e, em vez de chegar à sede da NFL, disparou contra funcionários da Rudin Management — vítimas que não eram seu alvo original.
- Um terceiro homem ferido gravemente luta pela vida em hospital próximo, enquanto investigadores confirmam que Tamura agiu sozinho e não apresentava histórico criminal significativo — ninguém previu o que estava por vir.
- O prefeito Eric Adams e a comissária Jessica Tisch aparecem publicamente para tentar explicar como um homem com uma arma e uma queixa conseguiu entrar em um dos edifícios mais movimentados de Manhattan e matar antes de se suicidar.
Na noite de segunda-feira, um homem carregando um fuzil de assalto e uma queixa silenciosa contra a NFL entrou em um dos edifícios mais imponentes de Manhattan e abriu fogo — matando quatro pessoas antes de virar a arma contra si mesmo. Shane Tamura, 27 anos, havia cruzado o país de carro durante três dias, guiado por uma convicção sobre lesão cerebral que, segundo um bilhete encontrado em seu bolso, ele atribuía à liga de futebol americano. O acaso cruel de um elevador errado desviou sua trajetória para funcionários que nada tinham a ver com seu alvo — e transformou uma manhã comum de trabalho em tragédia irreversível. Nova York acorda, mais uma vez, diante da pergunta que não encontra resposta fácil: como isso continua acontecendo?
Na noite de segunda-feira, Shane Tamura, 27 anos, morador de Las Vegas, entrou em um edifício emblemático da Park Avenue em Manhattan armado com uma carabina M4. Havia dirigido sozinho pelo país durante três dias. Quando chegou, pegou o elevador errado — e foi nesse andar, onde funcionários da Rudin Management trabalhavam, que abriu fogo. Quatro pessoas morreram. Depois, ele se matou.
No bolso, Tamura carregava um bilhete insinuando que culpava a NFL por uma lesão cerebral — possivelmente encefalopatia traumática crônica, condição associada a atletas de esportes de contato. Seu alvo original parecia ser a sede da liga, que também funciona no prédio. No BMW preto estacionado em fila dupla do lado de fora, a polícia encontrou um revólver carregado, uma mochila e medicamentos prescritos.
Entre os mortos estava um policial do NYPD de 36 anos, imigrante de Bangladesh com cerca de três anos e meio de serviço. O prefeito Eric Adams o chamou de verdadeiro herói. As outras três vítimas — dois homens e uma mulher — tiveram poucos detalhes divulgados. Um terceiro homem ficou gravemente ferido e lutava pela vida em hospital próximo.
A comissária Jessica Tisch confirmou que Tamura agiu sozinho. Verificações preliminares não revelaram histórico criminal relevante. O motivo exato ainda estava sendo apurado, mas o bilhete oferecia uma pista sombria sobre o que passava por sua mente antes de entrar naquele elevador. A cidade acordaria na terça-feira com mais uma investigação aberta — e a mesma pergunta sem resposta fácil.
Na noite de segunda-feira, um homem entrou em um dos edifícios mais emblemáticos de Manhattan armado com um fuzil de assalto e abriu fogo. Quando saiu, quatro pessoas estavam mortas. Depois, ele se matou. O prédio na Park Avenue abriga a sede da NFL e escritórios de gigantes financeiras como Blackstone e KPMG — o tipo de lugar onde milhares de pessoas trabalham todos os dias sem pensar em risco.
O atirador era Shane Tamura, 27 anos, morador de Las Vegas com histórico de transtorno mental. Ele havia dirigido sozinho pelo país durante três dias até chegar a Nova York. Quando chegou ao edifício, pegou o elevador errado. Em vez de alcançar a sede da NFL, desceu em um andar onde funcionários da Rudin Management, a empresa proprietária do prédio, estavam trabalhando. Foi ali que disparou.
Tamura carregava consigo uma carabina M4, o mesmo rifle usado pelas Forças Armadas dos EUA. Dentro de seu BMW preto, estacionado em fila dupla do lado de fora, a polícia encontrou um revólver carregado, uma mochila e medicamentos prescritos. Mas o detalhe que começou a explicar por que ele estava ali era um bilhete que levava no bolso. Nele, Tamura insinuava que culpava a NFL por uma lesão cerebral que acreditava ter — possivelmente uma encefalopatia traumática crônica, a ETC, condição comum em atletas de esportes de contato.
Uma das vítimas foi um policial do Departamento de Polícia de Nova York com 36 anos. Ele havia imigrado de Bangladesh para os Estados Unidos e trabalhava na força há cerca de três anos e meio. O prefeito Eric Adams o descreveu como um verdadeiro herói. As outras três vítimas — dois homens e uma mulher — tiveram poucos detalhes divulgados pelas autoridades. Um terceiro homem foi gravemente ferido nos disparos e estava internado em um hospital próximo, lutando pela vida.
A comissária de polícia Jessica Tisch informou que investigadores acreditam que Tamura agiu sozinho. Verificações preliminares de seus antecedentes não revelaram um histórico criminal significativo — o que significa que ninguém viu isso vindo. O motivo exato do ataque ainda estava sendo determinado, embora o bilhete deixado no local oferecesse uma pista perturbadora sobre o que passava pela mente dele nos momentos antes de entrar naquele elevador.
O prefeito Adams apareceu na televisão para explicar o que havia acontecido, detalhando como um homem com uma arma e uma queixa contra uma liga de futebol americano conseguiu entrar em um dos edifícios mais seguros de Nova York e matar pessoas antes de tirar sua própria vida. A cidade acordaria na terça-feira com mais uma história de violência armada, mais uma investigação, mais uma pergunta sobre como isso continua acontecendo.
Citas Notables
Ele tinha um bilhete com ele. O bilhete insinuava que ele sentia ter uma ETC, uma lesão cerebral comum em praticantes de esportes de contato. Ele parecia culpar a NFL por sua lesão— Prefeito Eric Adams
Foi lá que ele deu mais tiros e tirou a vida de outros funcionários— Prefeito Eric Adams, sobre o andar onde Tamura disparou