Na madrugada de março de 2024, um homem acordou com sangue no chão da Ilha Grande sem ter sentido dor — apenas a marca silenciosa de um morcego vampiro que havia se alimentado enquanto ele dormia. O episódio, raro mas real, foi documentado por pesquisadores da UERJ e transformado em estudo científico, não pelo drama do incidente em si, mas pelo que ele revela sobre uma fronteira cada vez mais tênue entre a vida selvagem e os espaços humanos. À medida que habitats se transformam e cidades avançam sobre ecossistemas, o Brasil se vê diante de uma pergunta antiga com urgência nova: como vigiar o i
Ataque de morcego-vampiro no Rio vira estudo científico sobre raiva
Morador de 33 anos foi vítima de espoliação sanguínea por morcego hematófago, recebendo profilaxia antirrábica conforme protocolo.