Na interseção entre a dependência digital e a fragilidade das infraestruturas críticas, a MEO foi alvo de um ataque cibernético estruturado em três fases que saturou a sua rede em todo o território nacional. A operadora assegura que nenhum dado foi comprometido, mas o episódio recorda-nos que a perturbação de serviços essenciais é, por si só, uma forma de vulnerabilidade coletiva. O Centro Nacional de Cibersegurança conduz agora a investigação que poderá revelar tanto a origem do ataque como as fragilidades que este veio expor.