A apenas 65 anos-luz de distância — um sopro em termos cósmicos — quatro estrelas mortas permaneceram invisíveis durante décadas, escondidas atrás de companheiras mais brilhantes. Astrónomos das universidades de Warwick e do Colorado utilizaram o Telescópio Espacial Hubble para olhar nos comprimentos de onda ultravioleta e revelar estas anãs brancas que sempre estiveram ali, à nossa porta. A descoberta não fala apenas de estrelas: fala da humildade que a ciência exige quando pensamos conhecer bem o que nos rodeia.