Na terça-feira, Wall Street assistiu a algo raro: não foi um dado macroeconómico nem um resultado trimestral que moveu o mercado, mas a sombra de uma ferramenta ainda em desenvolvimento. O assistente de inteligência artificial Muse, da Meta, subiu ao topo das transferências na App Store americana e desencadeou quedas expressivas em bancos, seguradoras e plataformas de viagens — setores que há décadas prosperam sobre a inércia dos consumidores. O mercado não reagiu ao que o Muse já faz, mas ao que poderá fazer: tornar a lealdade por hábito uma relíquia do passado.