Em 24 de julho, um vendaval devastou o campus da USP em Ribeirão Preto — e ao fazê-lo, revelou o que a rotina costuma esconder: que toda instituição de excelência repousa sobre ombros que raramente aparecem nas fotografias. Centenas de servidores técnicos e administrativos responderam ao caos sem discursos nem protagonismo, sustentando pesquisas, vidas e serviços enquanto o campus ainda jazia sob galhos caídos. O desastre não criou esse compromisso — apenas tornou visível o que sempre esteve ali, operando em silêncio.