Ariela, Jottapê e Thaíde disputam Prova do Fazendeiro em A Fazenda 18

Renê já está nas mãos do público
Vetado da prova, o ator depende agora exclusivamente dos votos dos telespectadores para permanecer no programa.
Mark

Por que Renê foi indicado logo de primeira pelo fazendeiro, se Serginho justificou dizendo que não conversam tanto?

Mimi

É uma dinâmica comum no programa. O fazendeiro tem que indicar alguém, e muitas vezes a escolha não é baseada em conflito direto, mas em falta de afinidade ou até em estratégia de jogo. Serginho simplesmente não tem uma relação próxima com Renê.

Luke

Mas isso levanta uma questão: a gente não sabe se houve conversas nos bastidores, se havia uma aliança que Serginho queria quebrar, ou se foi realmente só falta de intimidade. A justificativa é vaga.

Mark

Ariela recebeu onze votos. Isso é muito ou pouco comparado com outras roças?

Mimi

Sem ter os números das roças anteriores, é difícil dizer. Mas onze votos significa que a maioria dos peões votou nela — é um número significativo.

Luke

Exatamente. A gente não tem contexto. Quantos peões votaram? Se foram vinte, onze é mais de metade. Se foram trinta, é menos. O número sozinho não nos diz muito sobre o tamanho da rejeição.

Mark

E por que Alfredo vetou Renê em vez de um dos outros três?

Mimi

Alfredo tinha o Poder Vermelho, que lhe dava essa autoridade. Vetando Renê, ele tirou da prova justamente quem tinha sido indicado pelo fazendeiro — é uma forma de proteger alguém ou de mexer na dinâmica do jogo.

Luke

Mas a gente não sabe qual era a intenção de Alfredo. Ele estava protegendo alguém? Tinha uma aliança com Renê? Ou era puro jogo estratégico? A reportagem não explora isso.

  • A entrada de Eduarda Braum com o Lampião do Poder agitou a dinâmica do jogo antes mesmo que a roça começasse a se formar.
  • Ariela acumulou onze votos dos colegas, tornando-se o alvo mais evidente da semana e revelando o peso das tensões internas do grupo.
  • Thaíde foi puxado da baia por Ariela, e Jottapê sobrou no Resta Um conduzido por Alfredo — a roça se fechou por eliminação em cascata.
  • Alfredo usou o Poder da Chama Vermelha para vetar Renê da Prova do Fazendeiro, retirando do ator qualquer chance de escapar pela competição.
  • Ariela, Jottapê e Thaíde disputam o chapéu de fazendeiro nesta quarta; quem vencer está salvo — Renê já depende apenas do voto do público.

Em realities como A Fazenda, a eliminação não é apenas um mecanismo de jogo — é um espelho das alianças, ressentimentos e cálculos que definem qualquer grupo humano sob pressão. Na terça-feira, a terceira roça do programa tomou forma com quatro nomes: Renê, Ariela, Thaíde e Jottapê, cada um chegando ali por caminhos distintos de votos, estratégias e poderes especiais. Agora, três deles ainda têm a chance de escapar pela própria força, enquanto um já foi entregue ao julgamento coletivo do público.

A terceira roça de A Fazenda 18 se formou na terça-feira com Renê, Ariela, Thaíde e Jottapê ocupando os banquinhos indesejados, após uma semana marcada por estratégias, acusações e manobras entre os peões.

A noite começou com a estreia de Eduarda Braum, que chegou empunhando o Lampião do Poder. Ela ficou com o Poder da Chama Amarela, repassou o da Chama Vermelha a Alfredo Amaral e usou sua vantagem para garantir R$ 8 mil — pagando o preço de trocar de lugar com Jônatas Faro na baia.

O fazendeiro Serginho Hondjakoff indicou Renê Thristan com a justificativa de que os dois 'não conversam tanto'. Na sequência, a votação dos peões apontou Ariela como o nome mais votado, com onze votos. Ela então exerceu seu direito de puxar alguém da baia e escolheu Thaíde.

Alfredo assumiu o lugar do rapper no Resta Um e, ao fim da dinâmica, Jottapê foi quem sobrou — completando assim a formação da roça. O último movimento da noite coube novamente a Alfredo: usando o Poder Vermelho, ele vetou Renê da Prova do Fazendeiro.

Com o veto, apenas Ariela, Jottapê e Thaíde disputam o chapéu caipira nesta quarta-feira. O vencedor garante a fuga da eliminação. Renê, sem essa chance, já tem seu destino nas mãos do público.

A terceira roça de A Fazenda 18 saiu do forno na terça-feira com quatro nomes já definidos: Renê, Ariela, Thaíde e Jottapê. Depois de uma semana inteira de estratégias, acusações e confusões arquitetadas pelos peões para decidir quem ocuparia os banquinhos indesejados, a formação finalmente se concretizou em meio a justificativas que voavam de um lado para o outro.

Eduarda Braum estreou sua participação no programa empunhando o Lampião do Poder, e não perdeu tempo. Ela se apossou dos pergaminhos e escolheu ficar com o Poder da Chama Amarela, repassando o da Chama Vermelha para Alfredo Amaral. Antes que qualquer outra coisa acontecesse, Eduarda usou sua vantagem para embolsar oito mil reais — mas o prêmio veio com um custo. Ela precisou trocar de lugar com um baieiro e escolheu Jônatas Faro para fazer essa troca.

O fazendeiro Serginho Hondjakoff cumpriu então sua principal obrigação do mandato: indicar o primeiro roceiro. Renê Thristan recebeu a indicação direta. "A gente não conversa tanto", foi a justificativa oferecida pelo ator. Depois vieram as votações entre os peões. Ariela Carasso acumulou onze votos e se juntou ao grupo de roceiros. Com o direito de puxar alguém da baia, ela escolheu Thaíde. O rapper foi arrancado de sua posição e levado para a roça.

Alfredo, portando o Poder Vermelho, começou então o Resta Um no lugar de Thaíde. Quando a brincadeira terminou, Jottapê sobrou — e com isso completou a formação da roça. Mas havia ainda uma última peça no quebra-cabeça: o poder de veto. Alfredo, com sua autoridade vermelha em mãos, decidiu vetar Renê da Prova do Fazendeiro.

Isso significa que apenas três competidores disputarão o chapéu de Serginho nesta quarta-feira: Ariela, Jottapê e Thaíde. Quem vencer a prova recebe o chapéu caipira e garante sua fuga da eliminação. Renê, vetado, já está nas mãos do público — sua permanência no programa agora depende exclusivamente dos votos dos telespectadores. A disputa acontece ao vivo, e o programa segue sua rotina de segunda a domingo, sempre às 22h30 na tela da Record.

A gente não conversa tanto
— Serginho Hondjakoff, justificando a indicação de Renê
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