Arias comanda vitória do Palmeiras sobre Fortaleza na Copa do Brasil

Quando engrenou, dominou completamente a partida
Descrição da atuação de Arias, que começou lento mas terminou como figura central da vitória.
Mark

Por que Arias demorou tanto para engrenar se depois dominou completamente o jogo?

Mimi

Às vezes o jogador precisa de tempo para ler o ritmo da partida, especialmente em um jogo de Copa onde a intensidade é diferente. Arias começou mais cauteloso, mas quando entendeu o que o Fortaleza estava fazendo, passou a interceptar bolas e gerar contra-ataques que mudaram tudo.

Mark

O esquema de três zagueiros de Abel Ferreira foi um erro desde o início?

Mimi

Não foi erro, foi uma aposta que não deu certo no primeiro tempo. Abel manteve a convicção, o time se ajustou, e no segundo tempo funcionou. Isso mostra confiança nas ideias, não teimosia.

Mark

Mauricio e Flaco López marcaram, mas parecem ser jogadores em transição?

Mimi

Mauricio saiu de um primeiro tempo apagado e cresceu na partida, o que é positivo. Flaco López voltava de uma Copa do Mundo, então marcar era importante psicologicamente, mesmo que tenha sido em um rebote.

Mark

Ramón Sosa criou chances mas não marcou. Isso é preocupante?

Mimi

Não. Ele está em alta, criou oportunidades reais, quase marcou duas vezes. O gol vem. O importante é estar criando, e ele está.

Mark

Carlos Miguel ainda está abalado pelos erros contra o Atlético-MG?

Mimi

Sim, você vê isso na insegurança em algumas saídas de bola. Mas fez defesas importantes nos acréscimos. Precisa de tempo para recuperar a confiança.

  • O esquema com três zagueiros improvisados não funcionou no primeiro tempo, deixando a defesa exposta e o goleiro Carlos Miguel ainda abalado por falhas recentes.
  • Mauricio saiu de um apagão coletivo para abrir o placar, sinalizando que o time tinha mais a oferecer do que os primeiros 45 minutos sugeriam.
  • Jhon Arias demorou para encontrar o ritmo, mas quando o fez, tornou-se o motor do jogo — interceptando, contra-atacando e selando a noite com um gol de peixinho.
  • Flaco López voltou a marcar pela primeira vez desde a Copa do Mundo, aproveitando um rebote para ampliar e consolidar a vantagem palmeirense.
  • Abel Ferreira rodou o elenco após garantir o resultado, testando peças como Felipe Anderson e Arthur enquanto prepara o time para as próximas fases da competição.

No Estádio Nilton Santos, o Palmeiras reencontrou sua melhor versão ao longo de uma noite que começou truncada e terminou em domínio. A vitória sobre o Fortaleza pela Copa do Brasil não foi apenas um resultado — foi um retrato de como equipes resilientes se constroem no intervalo, quando o técnico Abel Ferreira ajustou o esquema e liberou talentos como Arias e Flaco López para escrever a história do jogo. No futebol, como na vida, a virada muitas vezes começa antes de ser visível.

O Palmeiras derrotou o Fortaleza pela Copa do Brasil no Estádio Nilton Santos em uma partida de dois tempos completamente distintos. O técnico Abel Ferreira apostou em um esquema com três zagueiros, improvisando Emiliano Martínez na função — uma escolha que trouxe instabilidade na saída de bola e deixou o goleiro Carlos Miguel, ainda em recuperação de confiança após falhas anteriores, em situações delicadas. Mesmo assim, Mauricio encontrou o gol após um primeiro tempo apagado, justificando sua titularidade.

O segundo tempo foi outro jogo. Marlon Freitas ganhou liberdade para mostrar sua qualidade técnica, e Jhon Arias, que demorou para engrenar, assumiu o controle do meio-campo com interceptações e contra-ataques decisivos. O colombiano ainda coroou sua atuação com um gol de peixinho. Flaco López, em seu retorno às redes após a Copa do Mundo, aproveitou um rebote para ampliar o placar.

Outros personagens completaram o mosaico da partida: Piquerez foi ativo no ataque pelas triangulações com Arias e Mauricio, mas deixou seu lado vulnerável; Alexander Barboza foi sólido no jogo aéreo, mas ainda busca entrosamento na construção; Ramón Sosa criou chances sem convertê-las; e Allan rendeu bem no primeiro tempo antes de perder fôlego. Vitor Roque, ainda fora de ritmo, não se entendeu com os companheiros.

Ao final, Abel Ferreira rodou o elenco, distribuindo minutos para Felipe Anderson, Arthur e Lucas Evangelista. A vitória mostrou um Palmeiras capaz de se reorganizar diante das dificuldades — e de dominar quando encontra seu melhor futebol.

O Palmeiras venceu o Fortaleza pela Copa do Brasil em partida disputada no Estádio Nilton Santos, com destaque para a atuação de Jhon Arias, que dominou o jogo especialmente na etapa final. O colombiano demorou para engrenar, mas quando encontrou seu ritmo, controlou completamente o meio-campo, interceptando bolas e gerando contra-ataques que resultaram em gols. Além de participar da jogada do primeiro gol, Arias marcou um belo gol de peixinho que selou sua grande noite.

O time começou com dificuldades. O técnico Abel Ferreira optou por um esquema com três zagueiros, improvisando Emiliano Martínez nessa função, uma escolha que não funcionou bem nos primeiros 45 minutos. A defesa cometeu erros na saída de bola, e o goleiro Carlos Miguel ainda se recuperava da confiança abalada após falhas contra o Atlético-MG. Mesmo assim, o Palmeiras conseguiu abrir o placar com Mauricio, que saiu de um primeiro tempo apagado para marcar e justificar sua titularidade.

No segundo tempo, o time melhorou significativamente. Marlon Freitas, que havia sido sobrecarregado defensivamente e precisou receber um cartão para frear um contra-ataque do Fortaleza, ficou mais solto e mostrou sua qualidade técnica ao quebrar a defesa nos gols que viriam. Flaco López, retornando aos gols pela primeira vez desde a Copa do Mundo, aproveitou um rebote do goleiro para ampliar. Ramón Sosa criou boas oportunidades, inclusive uma assistência para o gol de Mauricio, mas não conseguiu balançar as redes apesar de duas chances cara a cara com o goleiro João Ricardo.

Allan, o meia, apresentou dois tempos distintos. No primeiro, foi a principal válvula de escape do time com dribles e responsabilidade, mas perdeu fôlego na etapa final. Piquerez, pelo lado esquerdo, foi muito acionado no ataque, fazendo boas triangulações com Arias e Mauricio, embora tenha deixado seu lado de marcação vulnerável, onde o Fortaleza criou suas melhores chances no início da partida. Alexander Barboza foi soberano no jogo aéreo, mas ainda precisa melhorar o entrosamento na saída de bola, errando muitos passes ao tentar ligar a defesa ao ataque.

Abel Ferreira manteve suas convicções táticas mesmo quando o esquema inicial não funcionou. Após ampliar a vantagem, rodou o elenco, dando minutos para jogadores como Felipe Anderson, Arthur e Lucas Evangelista. Vitor Roque, ainda em recuperação de ritmo, errou passes fáceis e não se entendeu bem com os companheiros. A vitória consolidou o Palmeiras na competição e mostrou um time que, apesar das dificuldades iniciais, conseguiu se reorganizar e dominar a partida quando necessário.

Demorou para engrenar, mas quando fez, dominou completamente a partida. Voluntarioso na defesa, gerou vários contra-ataques em interceptações.
— Avaliação de Arias
Da água para o vinho, melhorou após primeiro tempo mais apagado e abriu o placar para o Palmeiras.
— Avaliação de Mauricio
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