Em um gesto que redefine décadas de hospitalidade pública, a Argentina passou a exigir pagamento de estrangeiros não residentes por consultas médicas não urgentes em hospitais públicos — uma medida que o governo Milei enquadra como defesa contra o 'turismo de saúde', mas que a oposição contesta com dados que sugerem um problema muito menor do que o retratado. As emergências com risco de vida permanecem gratuitas, preservando o núcleo humanitário do sistema, enquanto o debate revela tensões mais profundas sobre o que uma nação deve ao estrangeiro que bate à sua porta.