Fechamento de empresas na Argentina atingiu níveis similares aos da pandemia, afetando 23 das 24 províncias, com indústria retraindo 2,6% em 12 meses. Perda de empregos formais é parcialmente compensada por aumento de trabalho autônomo desprotegido, revelando precarização do mercado de trabalho.
Argentina fecha 31 mil empresas e perde 245 mil empregos sob governo Milei
245 mil trabalhadores perderam empregos formais; empresas centenárias fecharam com redução drástica de postos de trabalho, como Clan Issime que passou de 129 para 9 funcionários.