Em Portugal, a escolha da área de formação universitária revela-se mais determinante para o futuro profissional do que a reputação ou natureza da instituição frequentada. Um estudo da EDULOG, divulgado em setembro de 2026, mostra que diplomados em Engenharia e Tecnologias prosperam enquanto os de Artes e Humanidades enfrentam desemprego, sobrequalificação e salários mais baixos — e que as mulheres carregam desvantagens adicionais independentemente do curso escolhido. A decisão tomada aos dezoito anos ecoa, assim, por décadas, e raramente com informação suficiente para ser verdadeiramente livre