A dois meses das eleições de meio de mandato, a aprovação de Donald Trump recuou ao menor patamar já registrado pelo Financial Times — 33% —, num momento em que a ansiedade econômica corrói a confiança não apenas dos independentes, mas dos próprios republicanos. A percepção de que o custo de vida piorou sob sua gestão, somada ao impacto de uma guerra comercial com o Canadá, revela a distância crescente entre a narrativa da Casa Branca e a experiência cotidiana dos eleitores. É o velho dilema do poder: quanto mais o líder se torna o centro da campanha, mais ele se torna também o alvo de suas pr