Em outubro de 2026, com as eleições americanas de novembro à vista, uma pesquisa Reuters/Ipsos revelou que a aprovação de Donald Trump havia chegado ao ponto mais baixo de sua vida pública: 32%. A desaprovação, em 65%, traça uma distância que raramente se vê entre um líder e o povo que um dia o elegeu. Entre os eleitores hispânicos, o afastamento parece ir além da conjuntura — sinalizando uma ruptura mais duradoura com o Partido Republicano. A história registra esse momento como um aviso, ainda que seu peso final dependa das urnas.
Aprovação de Trump atinge recorde histórico de baixa; hispânicos rejeitam republicanos
Aprovação em 32%, pior nível de sua carreira política
Como uma aprovação de 32% se compara historicamente? É realmente o pior que Trump já viu?
Segundo a pesquisa Reuters/Ipsos, sim — é o nível mais baixo registrado em sua carreira. Não há precedente anterior tão baixo.
Mas precisamos ser claros: essa é uma medição de um momento específico, outubro de 2026. Não sabemos se era uma queda temporária ou uma tendência sustentada.
E quanto aos hispânicos? O que especificamente os deixou descontentes?
A pesquisa mostrou descontentamento com os republicanos como um todo, não apenas com Trump individualmente. Mas o material não detalha as razões específicas por trás dessa rejeição.
Exatamente. Sabemos que estão descontentes, mas não temos as causas concretas listadas aqui. Seria especulação tentar nomear políticas ou posições específicas.
Por que isso importa para as eleições de novembro?
Números tão baixos de aprovação e tão altos de desaprovação deixam pouco espaço para manobra em uma campanha. E se um grupo demográfico importante está rejeitando o partido, isso afeta a matemática eleitoral.
Verdade, mas o material não nos diz como esses números se traduzem em intenção de voto real. Aprovação baixa não é automaticamente derrota eleitoral — depende de quem está votando em quem.
A pesquisa Reuters/Ipsos é confiável?
É uma instituição conhecida por metodologia rigorosa. Múltiplas publicações brasileiras cobriram esses números, o que sugere que foram considerados dignos de atenção séria.
Sim, mas o material aqui não nos dá detalhes sobre tamanho da amostra, margem de erro, ou datas exatas de coleta. Sabemos que é Reuters/Ipsos, mas não temos os números técnicos.
Le Pouls
- Trump atinge 32% de aprovação, o índice mais baixo já registrado em sua carreira política pela metodologia Reuters/Ipsos.
- A desaprovação de 65% representa uma rejeição superior a dois para um — uma margem que comprime qualquer estratégia eleitoral.
- Eleitores hispânicos, grupo historicamente disputado pelos dois partidos, expressam descontentamento que vai além de Trump e alcança o próprio Partido Republicano.
- Com as eleições de novembro no horizonte imediato, os números deixam pouco espaço para erro e pressionam a campanha republicana em seu estágio final.
- A cobertura simultânea por veículos brasileiros de diferentes espectros — de CartaCapital ao Estadão — evidencia o peso internacional desses indicadores.
Em outubro de 2026, com as eleições americanas de novembro à vista, uma pesquisa Reuters/Ipsos revelou que a aprovação de Donald Trump havia chegado ao ponto mais baixo de sua vida pública: 32%. A desaprovação, em 65%, traça uma distância que raramente se vê entre um líder e o povo que um dia o elegeu. Entre os eleitores hispânicos, o afastamento parece ir além da conjuntura — sinalizando uma ruptura mais duradoura com o Partido Republicano. A história registra esse momento como um aviso, ainda que seu peso final dependa das urnas.
Uma pesquisa Reuters/Ipsos divulgada em outubro de 2026 marcou um ponto inédito na trajetória política de Donald Trump: 32% de aprovação, o menor índice já registrado desde que sua popularidade passou a ser medida sistematicamente. Do outro lado da balança, 65% dos entrevistados declararam desaprovação — uma margem de mais de dois para um que dificilmente pode ser atribuída a flutuações passageiras de opinião.
O momento da divulgação não era neutro. Com as eleições de novembro se aproximando em ritmo acelerado, esses números chegaram ao debate público como um sinal de alerta para a estratégia republicana. Aprovação tão reduzida oferece margem mínima de erro em qualquer disputa eleitoral competitiva.
Entre os grupos demográficos, os eleitores hispânicos se destacaram pelo grau de rejeição — e pelo fato de esse descontentamento não se limitar à figura de Trump, mas se estender ao partido que o sustenta. Trata-se de um segmento historicamente disputado, e os dados sugeriam um afastamento com contornos mais estruturais do que conjunturais.
A repercussão da pesquisa atravessou fronteiras: veículos brasileiros de perfis editoriais distintos, do Brasil 247 à Folha de S.Paulo, julgaram os números relevantes o suficiente para cobertura própria — um reflexo de quanto os indicadores políticos americanos continuam a moldar o olhar do mundo sobre o que está por vir.
Uma pesquisa Reuters/Ipsos divulgada em outubro de 2026 registrou a aprovação de Donald Trump em seu patamar mais baixo desde que começou a ser medida sistematicamente: 32%. O número representa não apenas uma queda significativa, mas um marco negativo em sua trajetória política — nenhum momento anterior havia produzido um índice tão reduzido de apoio público.
A desaprovação, por sua vez, atingiu 65%, refletindo uma rejeição que ultrapassa a aprovação por uma margem de mais de dois para um. Esses números foram coletados em um momento particularmente sensível do calendário político americano, com as eleições de novembro se aproximando rapidamente e a campanha em seu estágio final.
Entre os grupos demográficos, os eleitores hispânicos emergiram como particularmente descontentes com a orientação republicana. A pesquisa capturou uma rejeição que vai além das flutuações típicas de opinião pública — sugere um afastamento mais profundo de um segmento que historicamente tem sido disputado entre os dois partidos principais. O descontentamento não se limitava a Trump pessoalmente, mas se estendia ao partido que o apoiava.
O timing dessa medição não era acidental. Com as eleições de novembro no horizonte imediato, esses números potencialmente sinalizavam um cenário desafiador para a estratégia republicana. Aprovação em 32% deixa pouco espaço para margem de erro em uma disputa eleitoral, particularmente quando a desaprovação está tão elevada e quando grupos demográficos específicos mostram rejeição tão clara.
A pesquisa Reuters/Ipsos, conhecida por sua metodologia rigorosa, forneceu dados que múltiplas publicações brasileiras — desde Brasil 247 até CartaCapital, passando por Folha de S.Paulo e Estadão — consideraram dignos de cobertura. Isso reflete tanto a relevância internacional de números políticos americanos quanto o interesse em acompanhar como esses indicadores poderiam moldar o resultado das eleições que se aproximavam.
Citations marquantes
Hispânicos estão descontentes com os republicanos— Reuters/Ipsos