A Apple encerrou o seu terceiro trimestre fiscal com receitas globais de 109,42 mil milhões de dólares — um crescimento de 16% que, noutras circunstâncias, seria celebrado sem reservas. Mas a grandeza dos números totais não conseguiu esconder as fissuras: a China ficou aquém das expectativas e a divisão de serviços, tida como o futuro da empresa, também decepcionou. É o retrato de uma gigante que avança, mas cujos alicerces mais ambicionados ainda não sustentam o peso que lhes foi atribuído.