Numa terça-feira de outubro, na Califórnia, a Apple apresentou mais uma etapa de uma longa disputa silenciosa por eficiência: o MacBook Pro de 14 polegadas com chip M6, que promete mais potência gráfica, respostas de inteligência artificial mais ágeis e a maior autonomia já anunciada para a linha. Há nisso um gesto antigo da indústria, que vende a promessa de que o trabalho cabe cada vez mais numa máquina cada vez mais leve. Os números, porém, são da própria fabricante, e só o uso cotidiano de milhares de pessoas dirá o quanto dessa promessa se sustenta.
Apple lança MacBook Pro de 14 polegadas com chip M6, bateria de até 24 horas e preço a partir de R$ 24.999
Até 24 horas de bateria, a maior já anunciada em um MacBook Pro
Qual é a grande novidade do MacBook Pro com M6?
O salto de núcleos: CPU e GPU passam a ter 12, dois a mais cada. A Apple fala em GPU até 30% mais rápida que a do M5 e IA local até 25% mais veloz.
E a bateria? Até 24 horas é muito.
É a maior já anunciada para um MacBook Pro. A empresa diz que quem vem de um Intel pode ganhar até 14 horas, e de um M1, até quatro.
Mas são números da fabricante, em condições de teste. A própria Apple admite que a duração real depende de apps, brilho, rede e configurações.
E a nova Siri? Ela usa dados do computador.
Sim, e-mails, fotos e arquivos, para responder perguntas e executar tarefas. Entende o que está na tela e age por voz.
A Apple diz que é seguro, mas isso é afirmação dela. O texto não traz detalhes técnicos que permitam avaliar o risco à privacidade.
Quando dá para comprar?
Pré-venda em 28 de outubro, entrega prevista para 6 de novembro, a partir de R$ 24.999.
E só depois disso haverá benchmarks independentes. Até lá, os ganhos de 30%, 25% e 1,9 vez são promessa.
Il Polso
- A Apple lança o MacBook Pro de 14 polegadas com chip M6 a partir de R$ 24.999, prometendo uma GPU até 30% mais veloz que a do M5.
- A autonomia de até 24 horas é a maior já anunciada na linha, mas a própria empresa admite que a duração real depende de uso, brilho e configurações.
- A inteligência artificial no aparelho ganha força com o Neural Engine duplo, que chegaria a ser até 1,9 vez mais rápido, enquanto a nova Siri passa a acessar e-mails, fotos e arquivos.
- Os números seguem sem verificação independente: a pré-venda abre em 28 de outubro e as primeiras unidades chegam às lojas em 6 de novembro, quando os testes de terceiros devem começar.
Numa terça-feira de outubro, na Califórnia, a Apple apresentou mais uma etapa de uma longa disputa silenciosa por eficiência: o MacBook Pro de 14 polegadas com chip M6, que promete mais potência gráfica, respostas de inteligência artificial mais ágeis e a maior autonomia já anunciada para a linha. Há nisso um gesto antigo da indústria, que vende a promessa de que o trabalho cabe cada vez mais numa máquina cada vez mais leve. Os números, porém, são da própria fabricante, e só o uso cotidiano de milhares de pessoas dirá o quanto dessa promessa se sustenta.
Na terça-feira (27), na Califórnia, a Apple apresentou o MacBook Pro de 14 polegadas com o chip M6. Ele custa a partir de R$ 24.999, chega em preto espacial e prata, tem pré-venda marcada para 28 de outubro e deve chegar às lojas em 6 de novembro.
O coração do anúncio é o processador. O M6 traz CPU e GPU de 12 núcleos, dois a mais em cada uma em relação à geração anterior. Segundo a fabricante, a placa de vídeo fica até 30% mais rápida que a do modelo com M5, algo que deve pesar em modelagem 3D, edição de fotos e jogos. A aposta em inteligência artificial vem logo depois: o desempenho em tarefas locais, como processar prompts de modelos de linguagem, seria até 25% superior, com um Neural Engine duplo que trabalha junto com a GPU.
A bateria também ganhou destaque. A Apple fala em até 24 horas de autonomia, mas lembra que a duração real depende de aplicativos, brilho da tela, rede e configurações. Quem vem de um Intel pode ganhar até 14 horas, e quem tem um M1, até quatro, conforme os testes da empresa.
O notebook chega com o macOS 27 e uma nova Siri, que passa a usar e-mails, fotos e arquivos do próprio computador para responder perguntas e executar tarefas. A Apple garante que o sistema é seguro, ainda que o acesso amplo aos dados pessoais levante preocupações de privacidade.
Por fim, a tela Liquid Retina XDR de 14 polegadas, com brilho de até 1.600 nits em HDR, e o Wi-Fi 7 e o Bluetooth 6 completam o pacote. Vale lembrar que todos esses números partem da própria Apple. Os testes independentes só devem aparecer depois que as primeiras unidades forem para as mãos dos usuários.
Na terça-feira (27), na Califórnia, a Apple apresentou o MacBook Pro de 14 polegadas com o chip M6. O preço inicial é de R$ 24.999. A pré-venda começa em 28 de outubro, e a chegada às lojas e as primeiras entregas estão previstas para 6 de novembro. O aparelho será vendido nas cores preto espacial e prata.
O centro do anúncio é o processador. O M6 traz CPU e GPU de 12 núcleos, dois a mais em cada uma em relação à geração anterior. Segundo a fabricante, a GPU entrega desempenho gráfico até 30% mais rápido que o do modelo com M5. Ela conta com ray tracing de terceira geração e com o Dynamic Caching, que otimiza o uso da memória do chip. Para a Apple, isso beneficia modelagem 3D, edição de fotos e jogos.
A aposta em inteligência artificial vem em seguida. A empresa diz que o desempenho em cargas de IA no próprio aparelho, como o processamento de prompts de modelos de linguagem, é até 25% superior ao do M5. O Neural Engine duplo, com dois motores de 16 núcleos, chegaria a ser até 1,9 vez mais rápido que o do MacBook Pro com M5. Ele trabalha junto com a GPU em geração de imagens, super resolução e upscaling, e também sustenta a Apple Intelligence. A memória unificada parte de 16 GB, pode chegar a 32 GB e tem largura de banda de até 170 GB/s.
A bateria é outro ponto de destaque. A Apple fala em até 24 horas de autonomia, a maior já anunciada para um MacBook Pro. A própria empresa ressalta que a duração real depende dos aplicativos usados, do brilho da tela, da conexão de rede e das configurações do sistema. Segundo a fabricante, quem vem de um modelo com processador Intel pode ganhar até 14 horas, e quem usa um MacBook Pro com M1, até quatro horas, conforme as condições dos testes. O carregamento rápido recupera até 50% da carga em 30 minutos, com adaptador USB-C de maior potência, como o de 96 W.
O notebook chega com o macOS 27, que traz o design Liquid Glass personalizável e uma nova geração da Siri. De acordo com a Apple, a assistente passa a usar os dados do próprio computador, como e-mails, fotos e arquivos, para responder perguntas e executar tarefas automáticas. Integrada à Apple Intelligence, ela entende o que está na tela e age por comando de voz, como escrever e apagar. A fabricante afirma que o sistema é seguro, diante dos riscos à privacidade que esse acesso pode representar. No Safari, a IA organiza as abas por tópico, avisa sobre mudanças em sites, como reposição de estoque ou promoções, e permite criar extensões personalizadas a partir de um prompt.
A tela segue sendo a Liquid Retina XDR de 14 polegadas, com brilho de até 1.600 nits em conteúdo HDR e taxa de contraste de 1.000.000:1. Há uma opção com nanotextura para reduzir reflexos sob luz intensa. A câmera tem 12 megapixels e o recurso Mesa de Visualização, que mostra a área de trabalho de cima em videochamadas. O conjunto inclui ainda três microfones e seis alto-falantes com áudio espacial.
Na conectividade, o MacBook Pro traz Wi-Fi 7 e Bluetooth 6. As portas físicas são três Thunderbolt 4, HDMI, MagSafe 3, leitor de cartões SDXC e saída para fones. O aparelho aceita até dois monitores externos.
Vale notar que os números de desempenho e de bateria são da própria Apple. Os testes independentes ainda precisam chegar, e devem vir depois que as primeiras unidades chegarem às lojas, em 6 de novembro.
Citazioni salienti
O MacBook Pro de 14 polegadas com M6 entrega desempenho líder do setor por watt e até 24 horas de bateria, a maior já vista em um Mac (paráfrase).— Apple