Nesta quarta-feira, a Apple encerra décadas de fidelidade ao design retangular ao apresentar seu primeiro iPhone dobrável — um gesto que a indústria interpreta não apenas como um novo produto, mas como um reconhecimento de que o tempo da tela flexível finalmente chegou. Acompanhado por novas cores do iPhone 18 Pro e por recursos aprofundados de inteligência artificial, o evento condensa três apostas em uma só: forma, estética e cognição. A questão que permanece suspensa é se a Apple transformará o dobrável em necessidade ou confirmará que ele ainda é promessa.