Na quarta-feira, 9 de setembro, a Apple reuniu o mundo ao redor de uma nova geração de dispositivos — iPhone 18, AirPods 5 e Apple Watch Series 12 e Ultra 4 — que não são apenas produtos, mas declarações sobre o lugar que a inteligência artificial ocupa cada vez mais no cotidiano humano. A câmera que imita o olho, o fone que antecipa a conversa, o relógio que lê o corpo com frequência quase biológica: a empresa de Cupertino continua a mover a fronteira entre ferramenta e extensão do ser.