Em 2011, um homem chamado Chris depositou 1.500 libras em Bitcoin como um ato de fé num ativo que poucos compreendiam. Doze anos depois, após uma conta congelada, o silêncio e o encorajamento de sua esposa, uma empresa especializada restaurou o acesso à sua carteira — agora avaliada em 3,8 milhões de euros. A história de Chris é um espelho da era das criptomoedas: um tempo em que a paciência, o acaso e a memória digital separam fortunas de perdas irreversíveis.