Quando uma doença grave encontra uma criança em pleno crescimento, cada decisão regulatória carrega o peso de trajetórias inteiras. A Anvisa aprovou, na última semana, a ampliação de uso do Benlysta para crianças com lúpus a partir dos 5 anos e do Ocrevus para adolescentes com esclerose múltipla a partir dos 12 anos — dois medicamentos que agora chegam a pacientes que, até então, tinham poucas alternativas. No horizonte dessas aprovações está algo maior do que a burocracia sanitária: a possibilidade de que uma criança diagnosticada hoje enfrente o futuro com menos dano, menos ausências escolar
Anvisa aprova medicamentos para lúpus e esclerose múltipla em crianças e adolescentes
Crianças e adolescentes com lúpus eritematoso sistêmico e esclerose múltipla ganham acesso a tratamentos que reduzem risco de dano orgânico, incapacidade progressiva e impacto no desenvolvimento cognitivo e educacional.