No Rio de Janeiro, a escolha de um reitor e pesquisador de alta produtividade para comandar uma secretaria recriada de Ciência e Inovação revela algo mais profundo do que uma simples nomeação: é o reconhecimento de que o Estado, sozinho, não detém o conhecimento necessário para formular políticas que transformem a realidade. Antonio da Nóbrega chega ao cargo carregando décadas de pesquisa e gestão universitária, num momento em que o governo fluminense busca reconstruir pontes com as instituições que produzem saber. A reestruturação prevista para setembro aponta para um modelo em que governar e