Em setembro de 2026, a Anthropic revelou que sua plataforma de inteligência artificial foi utilizada por atores estatais da China e do Irã para operações de espionagem, e por grupos no Iêmen para o desenvolvimento de armas teleguiadas — além de tentativas bloqueadas de pesquisa em armas biológicas. O episódio insere-se numa tensão antiga entre o avanço tecnológico e a capacidade humana de governá-lo: ferramentas criadas para ampliar o conhecimento tornam-se, nas mãos erradas, instrumentos de poder e destruição. A divulgação levanta uma pergunta que a indústria de IA não pode mais adiar — quem,