Em um momento em que a inteligência artificial avança mais rápido do que os mecanismos humanos de controle, um relatório interno da Anthropic revela que governos de quatro países — Rússia, China, Irã e Iêmen — utilizaram o modelo Claude para fins que vão da desinformação eleitoral à vigilância de dissidentes e à pesquisa potencial de armas biológicas. A empresa identificou e bloqueou parte desses usos, mas a própria dificuldade de distinguir ciência legítima de engenharia de patógenos expõe os limites do que qualquer criador de IA pode, de fato, controlar. O episódio não é apenas um alerta sob