Em um momento em que a inteligência artificial busca provar seu valor além dos laboratórios de tecnologia, o modelo Claude, da Anthropic, contribuiu para a identificação de um novo sistema enzimático — uma descoberta que situa a IA no coração da pesquisa científica de ponta. O feito não é apenas um marco técnico: é um sinal de que ferramentas concebidas para linguagem começam a falar também a língua da biologia molecular. A fronteira entre o assistente e o colaborador científico, antes nítida, começa a se dissolver.