Quatro anos após a morte de Mahsa Amini nas mãos da polícia da moralidade iraniana, a Anistia Internacional nomeou 87 autoridades do Estado como responsáveis por crimes contra a humanidade — assassinatos, torturas e estupros perpetrados contra aqueles que ousaram exigir liberdade. O relatório, divulgado em setembro de 2026, não é apenas um ato de memória: é uma tentativa de transformar o testemunho da dor em instrumento de justiça internacional. Enquanto o movimento 'Mulher, Vida, Liberdade' persiste nas ruas do Irã, a humanidade é convocada a decidir se a impunidade dos poderosos é uma lei da
Anistia Internacional cita 87 autoridades iranianas por repressão a protestos
Múltiplas vítimas de assassinato, tortura e estupro durante a repressão aos protestos de 2022 no Irã, com manifestações continuando apesar da violência estatal.