Num mundo onde a liberdade digital é simultaneamente um privilégio e uma exposição, os utilizadores de Android enfrentam uma ameaça que se instala em silêncio e rouba aquilo que há de mais íntimo: a privacidade. O spyware, mestre da disfarçada, aproveita a arquitetura aberta do sistema para se enraizar nos dispositivos, transformando a maior força do Android na sua maior fragilidade. Reconhecer os sinais — o calor inesperado, a bateria que desaparece, os dados que voam — é o primeiro ato de resistência de qualquer utilizador consciente.