Em Las Vegas, Andrea Shaw voltou a fazer o que só ela sabe fazer desde 2020: subir ao palco do Olympia e descer com o título. Com sua sétima vitória consecutiva na categoria Women's Bodybuilding, Shaw não apenas reafirma um domínio atlético raro — ela carrega o único troféu do fisiculturismo feminino que recebe o nome de Miss Olympia, uma distinção que existe desde os primórdios da federação internacional. Enquanto Shaw escreve história, o Brasil chega a Las Vegas com sua maior delegação de sempre, competindo em cinco das sete categorias do maior campeonato do esporte.
Andrea Shaw vence seu sétimo título consecutivo no Olympia Women's Bodybuilding
Sete títulos consecutivos, nenhuma interrupção desde 2020
Como é possível uma atleta vencer sete vezes consecutivas? Isso não deveria haver rotatividade?
Shaw é simplesmente dominante. Ela combina volume muscular extremo com um condicionamento que as outras atletas não conseguem igualar. Quando você é tão superior, é difícil perder.
Mas sete títulos consecutivos desde 2020 — isso é sete edições do Olympia? Porque o Olympia é anual, certo?
Sim, exatamente. Todos os anos desde 2020 ela venceu. Sem falhas.
E essa coisa de Miss Olympia — por que só a Women's Bodybuilding tem esse título?
É uma particularidade histórica dessa categoria. Desde 1965, quando o Olympia começou, a Women's Bodybuilding é a única que confere oficialmente esse título à campeã.
Então os homens na Open não ganham "Mister Olympia"? Ou ganham?
Ganham sim, mas é diferente. A Open masculina também confere o título de Mister Olympia. Mas na Women's Bodybuilding, é a única divisão feminina que faz isso.
E o Brasil, como está nessa competição?
O Brasil tem um recorde de atletas classificados este ano. Estão competindo em cinco das sete categorias.
Cinco de sete — então ficam de fora de duas?
Ficam de fora apenas da Figure. Nas outras cinco estão presentes.
The Pulse
- Sete anos, sete títulos: Andrea Shaw não deixa espaço para rivais desde 2020, tornando sua sequência uma das mais longas da história do fisiculturismo mundial.
- A categoria que ela domina é a mais extrema do fisiculturismo feminino — sem limites de tamanho, os juízes buscam o máximo de volume e definição muscular possível.
- Ashley Lynnette Jones e a brasileira Leyvina Barros completaram o pódio, mas a distância para Shaw permanece intacta — nenhuma atleta chegou sequer perto de interromper a sequência.
- O Brasil vive seu melhor Olympia de todos os tempos, com atletas classificados em cinco das sete categorias disputadas em Las Vegas — um recorde histórico de representação.
Em Las Vegas, Andrea Shaw voltou a fazer o que só ela sabe fazer desde 2020: subir ao palco do Olympia e descer com o título. Com sua sétima vitória consecutiva na categoria Women's Bodybuilding, Shaw não apenas reafirma um domínio atlético raro — ela carrega o único troféu do fisiculturismo feminino que recebe o nome de Miss Olympia, uma distinção que existe desde os primórdios da federação internacional. Enquanto Shaw escreve história, o Brasil chega a Las Vegas com sua maior delegação de sempre, competindo em cinco das sete categorias do maior campeonato do esporte.
Andrea Shaw subiu ao palco em Las Vegas na noite de sexta-feira e fez o que vem fazendo desde 2020: venceu. Foi seu sétimo título consecutivo no Olympia, a competição mais importante do fisiculturismo mundial. Ashley Lynnette Jones ficou em segundo lugar, e Leyvina Barros completou o pódio em terceiro.
O que torna essa vitória singular é que Shaw não apenas ganhou um campeonato — ela conquistou o título de Miss Olympia, uma honra exclusiva da categoria Women's Bodybuilding. É a única divisão do Olympia que confere oficialmente esse reconhecimento à campeã, desde que a federação internacional começou a promover o evento em 1965.
A Women's Bodybuilding é a divisão mais extrema do fisiculturismo feminino, reunindo as atletas mais volumosas e definidas de todas as categorias. Os juízes avaliam volume muscular e condicionamento físico sem qualquer limite de tamanho — uma competição de pura massa e definição. Nesse território, Shaw reina de forma praticamente absoluta: sete anos de supremacia sem que nenhuma rival chegasse perto de quebrar a sequência.
O Olympia 2026 também marca um momento histórico para o Brasil. O país estabeleceu um recorde de atletas classificados, competindo em cinco das sete categorias disputadas em Las Vegas — a maior representação brasileira já vista no maior campeonato de fisiculturismo do mundo.
Andrea Shaw subiu ao palco em Las Vegas na noite de sexta-feira e fez o que vem fazendo desde 2020: venceu. Desta vez, foi seu sétimo título consecutivo no Olympia, a competição mais importante do fisiculturismo mundial. Ashley Lynnette Jones ficou em segundo lugar, e Leyvina Barros completou o pódio em terceiro.
O que torna essa vitória singular é que Shaw não apenas ganhou um campeonato — ela conquistou o título de Miss Olympia, uma honra que existe apenas na categoria Women's Bodybuilding. É a única divisão do Olympia que confere oficialmente esse reconhecimento à campeã. Desde que a Federação Internacional de Fisiculturismo & Fitness começou a promover o Olympia em 1965, essa categoria permanece como a única a oferecer esse prêmio específico às mulheres.
A Women's Bodybuilding é conhecida como a divisão mais extrema do fisiculturismo feminino. As atletas que competem nela são as mais volumosas e definidas de todas as categorias. Os juízes avaliam a mesma combinação que procuram nas categorias Open e 212 — volume muscular e condicionamento físico — mas sem qualquer limite de tamanho. É uma competição de pura massa e definição.
O domínio de Shaw nessa categoria é praticamente absoluto. Ela venceu todas as edições do Olympia ininterruptamente desde 2020, sete anos de supremacia sem interrupção. Nenhuma outra atleta conseguiu sequer chegar perto de quebrar essa sequência.
O Olympia 2026 marca um momento importante para o fisiculturismo brasileiro. O país estabeleceu um recorde de atletas classificados para a competição este ano. Sete categorias estão sendo disputadas em Las Vegas — 212, Classic Physique, Figure, Women's Physique, Women's Bodybuilding, Wellness e Open. O Brasil compete em cinco delas, ficando de fora apenas da Figure. É a maior representação brasileira que o país já teve no maior campeonato de fisiculturismo do mundo.
Notable Quotes
A Woman's Bodybuilding é considerada a categoria feminina mais extrema do fisiculturismo, englobando as atletas mais volumosas e definidas— Federação Internacional de Fisiculturismo & Fitness