Em setembro de 2026, a Anatel autorizou a transferência do controle da rede de telefonia fixa da Oi, encerrando um longo ciclo de incertezas para uma das operadoras mais emblemáticas do Brasil. A decisão não é apenas uma transação comercial, mas um reconhecimento de que o mercado de telecomunicações exige reinvenção constante — e que a telefonia fixa, outrora símbolo de modernidade, cedeu seu protagonismo a outras formas de conectividade. Para a Oi, trata-se de uma oportunidade de reescrever seu papel no setor; para o novo controlador, uma responsabilidade sobre infraestrutura que ainda susten