Em meio ao fornecimento de mísseis Storm Shadow à Ucrânia, a diplomacia russa ergue sua voz em tom de advertência contra França e Reino Unido — um gesto que, segundo analistas, revela menos uma intenção bélica concreta do que uma estratégia de pressão psicológica sobre as sociedades europeias. A ameaça, quando examinada à luz da geometria geopolítica do continente, encontra seus próprios limites: atacar o Reino Unido seria convocar contra Moscou uma coalizão de nações que a Rússia não teria condições de enfrentar. O espectro nuclear, brandido como instrumento de intimidação, é também o horizon