Meena e Minal se conheceram aos 13 anos em evento de adotados, notaram semelhanças físicas e mantiveram amizade por décadas apesar de perderem contato. Em 2026, teste de DNA revelou compatibilidade de 100%, confirmando que compartilham os mesmos pais biológicos e nasceram em Mumbai com poucos meses de diferença.
Amigas por décadas descobrem que são irmãs biológicas após teste de DNA
Éramos irmãs o tempo todo, mas não sabíamos disso
Como é possível que duas irmãs biológicas tenham sido separadas em orfanatos diferentes em Mumbai?
O texto não explica as circunstâncias da separação. Sabemos que ambas nasceram no início dos anos 1980 e foram adotadas por famílias holandesas diferentes quando ainda eram bebês, mas os registros do orfanato não revelaram detalhes sobre seus pais biológicos.
Exatamente. Isso é um vazio importante. Não sabemos se foram separadas intencionalmente, se havia registros perdidos, ou se foi simplesmente coincidência. A história se concentra no reencontro, não nas razões da separação.
E quanto ao teste de DNA? Como funciona que Meena não encontrou correspondência na primeira vez?
Meena fez um teste em 2017, mas não encontrou nenhuma correspondência. Ela excluiu o aplicativo no início de 2026 porque o armazenamento do celular estava cheio. Minal fez o teste em abril de 2026 e foi ela quem iniciou o contato.
Isso levanta uma questão: quantas pessoas fazem esses testes e nunca encontram correspondência? Quantas conexões familiares estão perdidas simplesmente porque alguém deletou um aplicativo? O texto não nos diz.
Qual é o significado emocional de descobrir isso depois de 30 anos de amizade?
Para Meena, foi como encontrar a peça que faltava em um quebra-cabeça. Ela diz que durante anos sentiram um grande vazio, e agora tudo parece estar no lugar certo. Minal disse: "Éramos irmãs o tempo todo, mas não sabíamos disso."
Mas há também uma melancolia aqui que o texto toca brevemente. Meena menciona momentos em que se sentiu muito sozinha — quando perdeu seu pai, em desilusões amorosas — e lamenta não ter podido estar com sua irmã nesses momentos. Essa é a verdade mais complexa da história.
Elas planejam fazer algo com essa descoberta?
Sim. Querem voltar à Índia juntas para passear pelas ruas de Mumbai. Desde maio, têm conversado dia sim, dia não, conhecendo as famílias uma da outra.
Mas ainda há questões em aberto. Elas vão tentar descobrir mais sobre seus pais biológicos? Vão procurar por outros irmãos? O texto não diz o que vem a seguir além do plano de visitar Mumbai.
Le Pouls
- Meena Geltink, 43 anos, e Minal Tijssen, 44 anos, nascidas em Mumbai no início dos anos 1980
- Conheceram-se aos 13 anos em evento de adotados na Holanda, mantiveram amizade por décadas
- Teste de DNA em maio de 2026 revelou compatibilidade de 100%, confirmando parentesco completo
- Perderam contato há 15 anos; Minal iniciou reencontro via Facebook em 20 de maio de 2026
Meena e Minal se conheceram aos 13 anos em evento de adotados, notaram semelhanças físicas e mantiveram amizade por décadas apesar de perderem contato. Em 2026, teste de DNA revelou compatibilidade de 100%, confirmando que compartilham os mesmos pais biológicos e nasceram em Mumbai com poucos meses de diferença.
Duas mulheres indianas adotadas por famílias holandesas e amigas desde a adolescência descobriram através de teste de DNA que são irmãs biológicas, confirmando uma conexão que sempre sentiram.
Meena tinha 43 anos quando recebeu uma mensagem no Facebook em 20 de maio. "Lembra de mim?", perguntava Minal, uma mulher que ela conhecia desde os 13 anos, quando ambas foram reunidas em um evento para crianças adotadas na Holanda. Naquele dia, décadas atrás, amigos notaram algo óbvio: elas tinham o mesmo nariz, a mesma risada. Meena lembrava-se claramente. "Eles diziam: 'Se olhem no espelho'. E eu pensei: 'Meu Deus, ela tem o meu nariz!'" No dia seguinte, trocaram números de telefone e endereços, prometendo manter contato. Embora nenhuma delas soubesse disso na época, aquele encontro casual reuniu duas mulheres que compartilhavam não apenas uma semelhança impressionante, mas um vínculo biológico que nenhuma delas havia descoberto.
Meena e Minal nasceram no início dos anos 1980 em Mumbai, na Índia, e foram adotadas por duas famílias holandesas diferentes quando ainda eram bebês. Cresceram perto uma da outra, na Holanda, mas a vida as levou em direções distintas. Durante anos, trocaram cartas — sobre escola, amigos, garotos, festas, dança. Ambas adoravam os Backstreet Boys. Elas se chamavam de "irmã" porque "era assim que nos sentíamos", mesmo sem nenhuma indicação de parentesco de sangue. Então, há 15 anos, perderam o contato. Minal havia se mudado para a França. Meena tinha seu primeiro filho recentemente e estava ocupada com a vida.
Em 2017, Meena participou de outro encontro de adotados da Índia e ouviu falar sobre testes de DNA. Fez um teste, mas nunca encontrou correspondência alguma. No início de 2026, excluiu o aplicativo porque o armazenamento do seu celular estava cheio. Minal, por sua vez, fez um teste de DNA em abril durante uma visita aos pais na Holanda. Quando os resultados chegaram, ela anexou uma captura de tela e enviou para Meena pelo Facebook. "Reinstalei o aplicativo. Estava tão nervosa que digitei a senha errada 10 vezes antes de conseguir entrar", conta Meena. O resultado foi inequívoco: as duas mulheres eram "100% compatíveis". Compartilhavam a mesma mãe e o mesmo pai biológicos.
"Foi como se eu tivesse tomado uma injeção de adrenalina. Eu chorei", diz Meena. "Minal era a peça que faltava no meu quebra-cabeça, a peça que eu esperava há tanto tempo. Nós nos chamávamos de irmãs." Minal, aos 44 anos, morando na França com seu companheiro e dois filhos, inicialmente não havia percebido que sua irmã era a mesma adolescente com quem havia feito amizade 30 anos antes. A ficha caiu quando ela olhou as fotos nas redes sociais. "'Meena: Irmã.' Eu não conseguia acreditar. Éramos amigas antes de sermos irmãs." Segundo a Reuters, lágrimas, abraços e risos marcaram o encontro, seguido pela primeira selfie das duas juntas.
Meena cresceu em uma pequena vila na Holanda com pais que lecionavam em uma escola particular. "Eles também foram meus professores", diz ela. "Eram pessoas muito amorosas e muito confiáveis." Seu pai faleceu há alguns anos, mas a mãe continua morando na mesma aldeia. Em 2003, aos 19 anos, Meena visitou o orfanato em Mumbai com seus pais e seu irmão, que havia sido adotado em Goa. Passaram duas semanas vasculhando registros, tentando descobrir informações sobre seus pais biológicos. "Porque para mim era importante saber de onde eu vinha. Mas o orfanato não revelou nenhum detalhe sobre eles", conta ela.
Desde maio, Meena e Minal têm conversado dia sim, dia não. Já conheceram os cônjuges, filhos, irmãos e pais uma da outra. "Todo mundo repara em como completamos as frases uma da outra, como movemos a cabeça ou andamos de forma parecida", diz Meena. Ela ainda está assimilando o fato de serem irmãs. "Às vezes conversamos por duas horas e perdemos a noção do tempo, lembrando de repente que precisamos fazer compras ou buscar as crianças na escola." Meena é mãe de três filhos. Uma coisa que ela e sua irmã "adorariam fazer" é voltar ao lugar onde tudo começou. "Adoraríamos ir à Índia juntas algum dia, para passear pelas ruas de Mumbai juntas."
Houve momentos em que ambas se sentiram muito sozinhas — quando Meena perdeu seu pai, quando passou por uma desilusão amorosa. "Lamento que não tenhamos podido estar juntas — poderíamos ter compartilhado alegrias, nos ajudado mutuamente em momentos difíceis", reflete ela. Mas agora, com a confirmação do DNA, aquela intuição que as guiou por décadas finalmente tem nome. "Essa correspondência de DNA confirmou que toda a nossa intuição estava certa."
Citations marquantes
Minal era a peça que faltava no meu quebra-cabeça, a peça que eu esperava há tanto tempo— Meena Geltink
Éramos amigas antes de sermos irmãs— Minal Tijssen