Em setembro de 2026, a Amazon decidiu bloquear o agente de inteligência artificial da Meta, um gesto que vai além de uma simples incompatibilidade técnica e revela a crescente rigidez com que as grandes plataformas tecnológicas protegem seus territórios digitais. Esse movimento inscreve-se numa longa história humana de demarcação de fronteiras — desta vez, não de terra, mas de dados, usuários e infraestrutura. A decisão levanta questões profundas sobre o futuro da inovação colaborativa e sobre quem, afinal, detém o poder de decidir como a inteligência artificial circula pelo mundo.