A doença de Alzheimer, forma mais comum de demência no Brasil e no mundo, começa muitas vezes em silêncio — num nome esquecido, numa rua que deixou de ser familiar. Trata-se de uma condição neurodegenerativa que dissolve, progressivamente, as funções cognitivas e a autonomia de quem a vive, afetando também todos ao redor. Embora sem cura, a ciência oferece caminhos para desacelerar esse percurso e preservar, por mais tempo, a dignidade e a qualidade de vida.