Há momentos em que uma voz nova se apresenta ao mundo carregando tanto a herança quanto a promessa — é o que acontece quando Alulu Paranhos traz seu primeiro álbum ao Sesc Pompeia, em São Paulo, na próxima quinta-feira. 'Põe Esperança Nisso' reúne composições próprias e releituras de Chico Buarque e Arlindo Cruz, num gesto que é ao mesmo tempo afirmação e reverência. A entrada é gratuita, como se a própria cidade estendesse um convite para que ninguém fique de fora desse encontro entre tradição e voz emergente.
Alulu Paranhos lança 'Põe Esperança Nisso' em show gratuito no Sesc Pompeia
Dez faixas que conversam com a tradição enquanto afirmam uma voz própria
Por que um show gratuito importa para uma artista que está lançando seu primeiro álbum?
Porque permite que o trabalho chegue a quem talvez não tivesse condição de pagar ingresso, e porque o Sesc tem uma audiência que realmente ouve música — não é só background.
Mas sabemos algo sobre a repercussão anterior de Alulu? Ela já tem público consolidado no Rio ou em São Paulo?
A matéria não menciona isso. Sabemos que ela é carioca e que está trazendo o álbum para São Paulo, mas não há contexto sobre sua trajetória.
E quanto aos produtores — Mahmundi, Josefe e Pepe Starling — eles têm histórico conhecido?
Novamente, a reportagem não oferece detalhes sobre quem são essas pessoas ou por que foram escolhidos.
Então estamos diante de um anúncio de evento, não de um perfil ou uma análise do trabalho. Sabemos o quê, quando e onde, mas não sabemos quem é Alulu Paranhos.
Exato. É informação prática sobre um show, com contexto musical — o gênero, as parcerias, as regravações — mas sem a história da artista.
As parcerias com Bruno Berle e Tiago Nacarato — eles são nomes estabelecidos na MPB?
A matéria não diz. Só menciona que estão no álbum. Sem contexto sobre quem são, é difícil avaliar o peso dessas colaborações.
O que a gente sabe com certeza é que o álbum existe, que tem dez faixas, que inclui Chico e Arlindo Cruz, e que o show é gratuito na quinta. O resto é convite para descobrir.
O Pulso
- Uma cantora carioca chega à capital paulista com seu disco de estreia e a urgência de quem tem algo a dizer pela primeira vez em dez faixas.
- A escolha de regravar 'Olhos nos Olhos', de Chico Buarque, e 'Pra Declarar Minha Saudade', de Arlindo Cruz, coloca Paranhos diante do peso inevitável da comparação com a tradição.
- A produção assinada por Mahmundi, Josefe e Pepe Starling, com parcerias de Bruno Berle e Tiago Nacarato, sugere um projeto construído coletivamente para sustentar uma voz individual.
- O show gratuito no Sesc Pompeia remove a barreira financeira e transforma a estreia em um evento acessível a qualquer pessoa disposta a aparecer às 21h na rua Clélia.
- Os ingressos precisam ser retirados antecipadamente pelo site da instituição — o único obstáculo entre o público e a apresentação é a iniciativa de buscá-los.
Há momentos em que uma voz nova se apresenta ao mundo carregando tanto a herança quanto a promessa — é o que acontece quando Alulu Paranhos traz seu primeiro álbum ao Sesc Pompeia, em São Paulo, na próxima quinta-feira. 'Põe Esperança Nisso' reúne composições próprias e releituras de Chico Buarque e Arlindo Cruz, num gesto que é ao mesmo tempo afirmação e reverência. A entrada é gratuita, como se a própria cidade estendesse um convite para que ninguém fique de fora desse encontro entre tradição e voz emergente.
Alulu Paranhos desembarca em São Paulo na próxima quinta-feira para apresentar 'Põe Esperança Nisso', seu primeiro álbum, em show gratuito no Sesc Pompeia. O disco, lançado em 2025, reúne dez faixas de MPB: oito composições da própria cantora carioca e duas releituras de clássicos inegociáveis da música brasileira.
Entre as regravações estão 'Olhos nos Olhos', de Chico Buarque — com toda a intimidade e peso que a canção carrega —, e 'Pra Declarar Minha Saudade', de Arlindo Cruz, mergulhada na tradição do samba. Essa combinação entre criação própria e diálogo com a tradição é uma forma de Paranhos afirmar sua voz enquanto reconhece de onde vem.
A produção ficou a cargo de Mahmundi, com colaboração de Josefe e Pepe Starling. O álbum ainda conta com Bruno Berle em 'Ainda É Verão' e Tiago Nacarato dividindo os vocais em 'Pra Declarar Minha Saudade' — parcerias que ampliam o alcance do projeto sem diluir o centro.
O show acontece na comedoria do Sesc Pompeia, na rua Clélia, 93, no bairro da Água Branca, a partir das 21h. Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados antecipadamente pelo site sescsp.org.br. É a cidade oferecendo o que sabe fazer bem: abrir espaço para que uma voz nova encontre seu público sem que o dinheiro seja o porteiro.
Alulu Paranhos, cantora carioca, chega a São Paulo na próxima quinta-feira com seu primeiro álbum sob o braço. "Põe Esperança Nisso", lançado em 2025, será apresentado gratuitamente no Sesc Pompeia, na região oeste da capital, em um show que abre as portas para quem quiser conhecer o trabalho da artista sem desembolsar nada.
O disco respira MPB — aquele gênero que exige tanto do intérprete quanto da composição. São dez faixas no total: oito músicas que saíram da própria cabeça de Paranhos e duas que ela escolheu revisitar. Essa mistura entre criação e releitura é comum em álbuns de estreia, uma forma de o artista conversar com a tradição enquanto afirma sua voz própria.
Entre as regravações estão dois clássicos inegociáveis da música brasileira. "Olhos nos Olhos", de Chico Buarque, é uma daquelas canções que qualquer intérprete sabe que carrega peso — a intimidade da letra, a melodia que não sai da cabeça. A outra é "Pra Declarar Minha Saudade", de Arlindo Cruz, que traz consigo toda a tradição do samba e da brasilidade que o compositor representa.
O trabalho de produção ficou a cargo de Mahmundi, com colaboração de Josefe e Pepe Starling — nomes que sugerem uma equipe pensada para dar forma ao som que Paranhos buscava. Além disso, o álbum conta com parcerias que ampliam o escopo do projeto: Bruno Berle aparece em "Ainda É Verão", enquanto Tiago Nacarato divide os vocais em "Pra Declarar Minha Saudade".
O show acontece na comedoria do Sesc Pompeia, na rua Clélia, 93, no bairro da Água Branca. Quem quiser assistir precisa retirar ingresso antecipadamente pelo site sescsp.org.br — a apresentação começa às 21h. É o tipo de oportunidade que a cidade oferece regularmente: música de qualidade, sem barreira de entrada financeira, em um espaço público pensado para isso. Para quem quer ouvir MPB feita por uma voz nova, é uma chance de estar lá quando Paranhos traz seu primeiro trabalho para o palco.
Citações Notáveis
O disco reúne dez faixas de MPB, com oito composições próprias e duas regravações— Informação do álbum "Põe Esperança Nisso"