No Dia Internacional do Sexo, especialistas retomam uma crença popular persistente — a de que certos alimentos transformam o sabor e o cheiro das secreções íntimas — e a confrontam com o que a ciência de fato demonstra. A alimentação age sobre o corpo de forma sistêmica e indireta, nunca como uma fórmula de resultado imediato. Por trás da busca por um corpo inodoro e de sabor controlado, revela-se uma pressão estética que recai desproporcionalmente sobre as mulheres, alimentada por padrões que ignoram a biologia real.