À medida que a União Europeia reforça as suas fronteiras fiscais com uma taxa fixa de 3 euros sobre importações de pequeno valor provenientes da China, a AliExpress responde não com resistência, mas com reposicionamento — ancorando o seu inventário dentro do próprio continente europeu. É um movimento que recorda como o comércio global raramente recua perante a regulação; antes, encontra novos caminhos dentro dela. Para o consumidor europeu que procura renovar o seu equipamento tecnológico, esta adaptação logística transforma uma barreira burocrática numa oportunidade de compra mais rápida e tr