Na era das plataformas digitais, o apetite deixou de ser apenas um sinal do corpo e passou a ser também uma construção da tela. Algoritmos treinados para capturar atenção aprenderam que imagens de comida funcionam — e as multiplicam até que o desejo substitua a necessidade. Uma nutricionista alerta que reconhecer essa distinção entre fome real e fome induzida é, hoje, parte essencial de uma alimentação consciente.