Numa tarde de novembro em Chapecó, o Mirassol venceu a Chapecoense por 2 a 1 na 34ª rodada do Brasileirão, reconquistando fôlego numa temporada em que cada ponto pesa como uma pedra na balança da permanência. Foi uma vitória construída a partir de um começo desfavorável, de um pênalti desperdiçado e de uma virada que nasceu tanto da inspiração de um jogador que retornava de longa ausência quanto da sorte de uma finalização sem grande mérito. Como tantas partidas decisivas, ela mostra que o futebol premia a persistência de quem continua tentando mesmo depois do erro.
Alesson brilha e Reinaldo se redime na virada do Mirassol sobre a Chapecoense
Reinaldo se redimiu ao converter outro pênalti após três erros seguidos
Por que essa vitória pesa tanto para o Mirassol?
Porque foi uma virada fora de casa, na 34ª rodada, com o time lutando contra o rebaixamento. Saiu atrás e ainda perdeu um pênalti.
E o Reinaldo, como entra nessa história?
Ele errou o terceiro pênalti seguido, mas bateu outro e converteu. O ge destacou a personalidade dele.
Vale lembrar que a avaliação é do ge, não um dado oficial. As notas são uma leitura do veículo.
E o Alesson?
Foi o melhor em campo, nota 7,5, atuando pela esquerda. Ele também sofreu o pênalti do empate.
Um pênalti que o próprio ge chama de questionável. Então o lance é uma interpretação, e o texto não diz mais do que isso.
O gol da virada foi mérito de quem?
Shaylon finalizou, com passe de Aldo Filho. Mas o ge diz que o goleiro contribuiu mais que o mérito do chute.
E o que isso muda na tabela? A fonte fala que o time se afasta da zona de rebaixamento, mas não traz pontos nem posição.
The Pulse
- A equipe saiu atrás no placar e viu o adversário resistir, o que aumentou a pressão sobre cada lance.
- Reinaldo desperdiçou o terceiro pênalti consecutivo, transformando a cobrança numa cena de tensão e dúvida.
- Shaylon apareceu no segundo tempo para virar o jogo, com um gol que combinou lucidez e um pouco de sorte.
- Com a vitória, o Mirassol deixa a zona de rebaixamento para trás e aponta para uma reação que pode fortalecer o técnico Rafael Guanaes.
Numa tarde de novembro em Chapecó, o Mirassol venceu a Chapecoense por 2 a 1 na 34ª rodada do Brasileirão, reconquistando fôlego numa temporada em que cada ponto pesa como uma pedra na balança da permanência. Foi uma vitória construída a partir de um começo desfavorável, de um pênalti desperdiçado e de uma virada que nasceu tanto da inspiração de um jogador que retornava de longa ausência quanto da sorte de uma finalização sem grande mérito. Como tantas partidas decisivas, ela mostra que o futebol premia a persistência de quem continua tentando mesmo depois do erro.
O Mirassol venceu a Chapecoense por 2 a 1 pela 34ª rodada do Brasileirão e saiu de Chapecó com a sensação de quem atravessou a tempestade. O time esteve atrás no placar, viu um pênalti ser desperdiçado e, ainda assim, controlou quase todo o jogo, segundo a avaliação do ge. Num momento em que cada rodada pesa na luta contra o rebaixamento, a equipe reencontrou sua força.
O nome da partida foi Alesson, eleito o melhor em campo com nota 7,5. Pelo lado esquerdo, ele atacou sem trégua, buscou tabelas, cruzamentos e finalizações, e foi dele a jogada que resultou no pênalti do empate, lance que o site considerou questionável.
A cobrança coube a Reinaldo, que vinha de uma sequência difícil e perdeu o terceiro pênalti seguido. Mesmo assim, ele teve coragem de voltar à marca e converter outra cobrança, gesto que o ge enxergou como demonstração de personalidade. A virada veio com Shaylon, que recebeu de Aldo Filho, retornando de mais de três meses de lesão, e transformou o passe em gol. Foi um lance que misturou lucidez e um pouco de sorte, já que o goleiro ajudou na conclusão.
No fim, a vitória deixa o Mirassol mais longe da zona de rebaixamento e fortalece Rafael Guanaes, que mexeu no esquema e viu o time render. Não foi uma atuação perfeita, mas foi a prova de que a equipe sabe se levantar.
O Mirassol saiu de Chapecó com uma vitória por 2 a 1 pela 34ª rodada do Brasileirão 2026, resultado que o ge classificou como importantíssimo na luta contra o rebaixamento. A equipe saiu atrás no placar, desperdiçou um pênalti e ainda assim foi melhor durante praticamente todo o jogo, segundo a avaliação do site.
O melhor em campo foi Alesson, atacante que recebeu a maior nota do time, 7,5. Ele infernizou a defesa da Chapecoense pelo lado esquerdo, partindo para cima, buscando tabelas e cruzamentos e também finalizando. Foi dele o lance que gerou o pênalti do empate, uma jogada que o ge descreve como questionável.
A cobrança foi de Reinaldo, lateral que vinha de uma sequência ruim: ele desperdiçou o terceiro pênalti consecutivo na partida. Ainda assim, converteu outra cobrança, o que o ge entendeu como demonstração de personalidade para bater depois de tantos erros. Reinaldo recebeu nota 7,0, foi participativo pelo lado esquerdo e levou perigo nas bolas paradas.
O gol da virada saiu dos pés de Shaylon, com passe de Aldo Filho. Aldo voltou a jogar após mais de três meses lesionado e, com poucos minutos em campo, deu a assistência, além de ter chance de finalizar e dar combate. Shaylon, também com nota 7,0, foi o mais lúcido dos meio-campistas e ficou com a responsabilidade de distribuir o jogo. Funcionou melhor no segundo tempo, com o time mais solto. O ge ressalva que o segundo gol nasceu de uma finalização de longe dele, com mais contribuição do goleiro do que mérito próprio.
O goleiro Walter, nota 6,5, ficou sem culpa no gol e foi pouco acionado, mas apareceu bem ao espalmar para escanteio uma boa finalização de Miguel Carvalho no segundo tempo. João Victor, também 6,5, deu o primeiro susto no gol de Anderson, em chute de fora da área, e foi importante no jogo aéreo. Lucas Oliveira, 6,0, ganhou a vaga de Willian Machado e fez partida segura. Willian Machado entrou no fim, jogou poucos minutos e ficou sem nota.
Houve também atuações abaixo do esperado. Igor Formiga e Eduardo receberam 4,5, as menores notas. O lateral ficou apagado porque o Mirassol atacou mais pela esquerda, deixando de explorar sua principal característica. Eduardo praticamente não participou e foi substituído no intervalo. Denilson, 6,0, voltou ao time titular e chegou mais ao ataque, com um chute desviado por Anderson para escanteio, mas levou amarelo no fim do primeiro tempo e saiu no intervalo.
Do banco, Carlos Eduardo (5,5) entrou no intervalo, levou perigo logo de cara e depois sumiu aos poucos. Chico Kim (6,5) qualificou a saída de bola. Fernandinho (5,5) fez arrancadas, mas chutou para fora, e André Luis (6,0) melhorou no segundo tempo, mas também errou o alvo numa cabeçada. O técnico Rafael Guanaes recebeu 7,0 por mexer no esquema tático e ver o time render. Com o resultado, o Mirassol se afasta da zona de rebaixamento, o que fortalece o treinador na briga pela permanência.
Notable Quotes
Alesson foi o melhor em campo, infernizando a defesa da Chapecoense pelo lado esquerdo.— ge, avaliação das atuações