Nas cercanias do Aeroporto de Frankfurt, a fronteira entre o mundo distante e o cotidiano local revelou-se mais porosa do que se imaginava: uma moradora do bairro de Schwanheim morreu de malária em setembro de 2026, tornando-se a terceira vítima fatal em poucas semanas, sem jamais ter pisado em terra endêmica. O mosquito Anopheles, passageiro clandestino de aeronaves vindas de regiões tropicais, percorreu quilômetros além do terminal antes de picar suas vítimas — lembrando que as fronteiras sanitárias, como as geográficas, são construções humanas que a natureza não reconhece.
Alemanha registra 3ª morte por malária de mosquito trazido em avião
Três mortes por malária em Frankfurt, incluindo dois funcionários do aeroporto e uma residente próxima ao terminal.