Em um momento em que a Europa sustenta o esforço de guerra ucraniano, a Alemanha se vê diante de uma série de ataques à sua infraestrutura elétrica que transcendem a criminalidade comum. Três incidentes em sete dias, concentrados na véspera de uma eleição regional onde a extrema direita pró-Moscou lidera as pesquisas, revelam a lógica dos conflitos modernos: a guerra não se trava apenas em trincheiras, mas nos cabos que iluminam cidades e nas urnas que moldam governos. Berlim lê nesses gestos a assinatura de uma estratégia russa de desestabilização que combina sabotagem física, interferência p