Há muito tempo o ser humano celebra, consola e socializa com bebidas alcoólicas, mas a cardiologia contemporânea revela um custo silencioso nesse hábito: mesmo doses consideradas moderadas elevam a pressão arterial de forma mensurável e cumulativa. Pesquisas com dezenas de milhares de participantes confirmam que não existe limiar seguro — quanto mais frequente o consumo, maior a sobrecarga sobre o coração e os vasos. O que a cultura chama de prazer cotidiano, a fisiologia registra como pressão acumulada.