Quando o Judiciário toca na espinha dorsal de um órgão de segurança pública, o Executivo responde com a linguagem da Constituição. A Advocacia-Geral da União levou ao presidente do STF, Edson Fachin, um pedido urgente para suspender o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, determinado pelo ministro André Mendonça — argumentando que a decisão invade prerrogativa que a Carta Magna reserva exclusivamente ao chefe do Executivo. O episódio, ocorrido em 8 de setembro de 2026, não é apenas uma disputa sobre um cargo: é um teste sobre onde termina a autoridade de um juiz e