Uma mulher idosa perdeu a vida à facada às mãos de um homem cujo historial de violência era conhecido e documentado — queixas formalizadas por ex-namorada, mãe e companheira — mas que permanecia em liberdade. O crime aconteceu após uma noite de festa, num país que dispõe de registos mas nem sempre de intervenção. A morte não é um ponto de partida, mas um ponto final: o desfecho visível de um padrão que o sistema teve oportunidade de interromper e não interrompeu.
Agressor em liberdade mata avó à facada após noite de festa
Uma mulher idosa foi morta à facada; companheira do agressor sofreu agressões e maus-tratos.