A cada ano, o câncer de mama exige que a medicina reveja não apenas como curar, mas como curar sem deixar marcas desnecessárias. As diretrizes AGO 2026, publicadas pelo grupo alemão de referência em oncologia ginecológica, apontam para uma era de menor intervenção cirúrgica na axila — especialmente para mulheres que respondem bem à quimioterapia antes da operação. É uma virada sutil, mas profunda: a ciência aprendeu a recuar com sabedoria, poupando tecidos, nervos e qualidade de vida sem abrir mão da segurança.
AGO 2026 reduz cirurgia axilar e reforça TAD no câncer de mama
Redução de procedimentos cirúrgicos invasivos melhora qualidade de vida de pacientes com câncer de mama ao diminuir complicações como linfedema.